Como um satélite é mandado para o espaço
Integração com o veiculo lançador
O satélite é instalado na coifa e interconectado ao veículo lançador através do cabo umbilical. Este cabo permite a monitoração e o controle do satélite até a separação do último estágio do foguete.
Compatibilidade com o veiculo lançador e verificação funcional
Nessa fase verifica-se novamente o adequado funcionamento do satélite, a compatibilidade com o veículo lançador e são coletados os últimos dados de desempenho “em terra”.
Configuração para lançamento
Na configuração de lançamento o satélite é alimentado eletricamente apenas através das suas baterias internas, apenas os subsistemas essenciais estão ligados, e o comando do sistema é transferido para o computador de bordo.
O Lançamento
É o momento de maior tensão. O satélite é colocado na configuração de lançamento. A alimentação é externa. As telemetrias são monitoradas e analisadas. Segundos antes do lançamento, a alimentação do satélite é transferida para a bateria interna e o comando passa a ser feito pelo veículo lançador e computador de bordo do satélite. Segue-se a seqüência final de lançamento: 5, 4, 3, 2, 1... Ouvem-se os motores, que impulsionam o veículo lançador em direção ao espaço. As telemetrias continuam a ser monitoradas, até o instante quando ocorre a separação entre o satélite e o último estágio do lançador.
Nesse momento, encerra-se a AIT, que consumiu muito trabalho, esforço e dedicação de uma equipe altamente especializada. Mas a expectativa continua, aguardando o indicativo da estação terrena, com o informe de que as antenas passaram a adquirir a telemetria do satélite e tudo está em ordem!
Que tipo de satélites faz a transmissão dos jogos
Satélites descrevem órbitas em redor da Terra segundo trajetórias elípticas ou em elipses quase circulares. Órbitas mais próximas da Terra têm períodos de translação menores que aqueles de órbitas mais afastadas. As órbitas podem ser polares, isto é, passando próximo dos Pólos Norte e Sul como o CBERS-2, ou geoestacionárias. Em órbitas geoestacionárias o satélite tem uma trajetória com velocidade angular idêntica à da Terra, e assim apresenta uma posição aparente fixa para um observador na superfície do planeta. Satélites geoestacionários têm órbitas de cerca de 36000 km de altitude, enquanto satélites polares situam-se na faixa de 500 a 800 km de altitude. Por essa razão, satélites polares são mais adequados à observações da Terra que exigem elevada resolução espacial das imagens, enquanto satélites geoestacionários são mais adequados para atividades de telecomunicações e também para uso no monitoramento de condições ambientais para previsão do tempo.
Integração com o veiculo lançador
O satélite é instalado na coifa e interconectado ao veículo lançador através do cabo umbilical. Este cabo permite a monitoração e o controle do satélite até a separação do último estágio do foguete.
Compatibilidade com o veiculo lançador e verificação funcional
Nessa fase verifica-se novamente o adequado funcionamento do satélite, a compatibilidade com o veículo lançador e são coletados os últimos dados de desempenho “em terra”.
Configuração para lançamento
Na configuração de lançamento o satélite é alimentado eletricamente apenas através das suas baterias internas, apenas os subsistemas essenciais estão ligados, e o comando do sistema é transferido para o computador de bordo.
O Lançamento
É o momento de maior tensão. O satélite é colocado na configuração de lançamento. A alimentação é externa. As telemetrias são monitoradas e analisadas. Segundos antes do lançamento, a alimentação do satélite é transferida para a bateria interna e o comando passa a ser feito pelo veículo lançador e computador de bordo do satélite. Segue-se a seqüência final de lançamento: 5, 4, 3, 2, 1... Ouvem-se os motores, que impulsionam o veículo lançador em direção ao espaço. As telemetrias continuam a ser monitoradas, até o instante quando ocorre a separação entre o satélite e o último estágio do lançador.
Nesse momento, encerra-se a AIT, que consumiu muito trabalho, esforço e dedicação de uma equipe altamente especializada. Mas a expectativa continua, aguardando o indicativo da estação terrena, com o informe de que as antenas passaram a adquirir a telemetria do satélite e tudo está em ordem!
Que tipo de satélites faz a transmissão dos jogos
Satélites descrevem órbitas em redor da Terra segundo trajetórias elípticas ou em elipses quase circulares. Órbitas mais próximas da Terra têm períodos de translação menores que aqueles de órbitas mais afastadas. As órbitas podem ser polares, isto é, passando próximo dos Pólos Norte e Sul como o CBERS-2, ou geoestacionárias. Em órbitas geoestacionárias o satélite tem uma trajetória com velocidade angular idêntica à da Terra, e assim apresenta uma posição aparente fixa para um observador na superfície do planeta. Satélites geoestacionários têm órbitas de cerca de 36000 km de altitude, enquanto satélites polares situam-se na faixa de 500 a 800 km de altitude. Por essa razão, satélites polares são mais adequados à observações da Terra que exigem elevada resolução espacial das imagens, enquanto satélites geoestacionários são mais adequados para atividades de telecomunicações e também para uso no monitoramento de condições ambientais para previsão do tempo.
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